A conhecida Praça do Feijão, na cidade de Guanambi, no sudoeste baiano, vai sediar, na sexta-feira e no sábado (8 e 9), a II Feira Territorial de Economia Solidária, promovida pelo Centro Público de Economia Solidária do município. Serão comercializados produtos de empreendimentos de várias localidades do Território do Sertão Produtivo, de artesanato a alimentos.

De responsabilidade da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e com gestão operacional do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Baiano (IDSB), organização social selecionada por meio do Edital 09/2012, o Cesol do Sertão Produtivo integra as ações do Programa Vida Melhor, executado pela secretaria, via a Superintendência de Economia Solidária (Sesol). 

A feira comercializará, entre outros produtos, bonecas, toalhas de mesa, panos de prato e lembranças, além de cestos de palha e cipó, e confecções de materiais em madeira reciclados. Na área de alimentação, espetinho de bode, doces, geleias, pães, beijus, farinha, temperos, sucos e polpas, resultado do trabalho coletivo das associações. 

Expectativas 

Assim como no ano passado, os organizadores da Feira Solidária esperam o mesmo sucesso da anterior, considerada pelos participantes (técnicos, agentes e consultores), a concretização de um grande passo para a consolidação do trabalho do Cesol Sertão Produtivo junto a esses empreendimentos de economia solidária. 

Desde sua inauguração, o Cesol de Guanambi atende com igual atenção a 19 municípios do Território de Identidade do Sertão Produtivo – Brumado, Caculé, Caetité, Candiba, Contendas do Sincorá, Dom Basílio, Ibiassucê, Guanambi, Ituaçu, Iuiú, Lagoa Real, Livramento de Nossa Senhora, Malhada de Pedras, Palmas de Monte Alto, Pindaí, Rio do Antônio, Sebastião Laranjeiras, Tanhaçu e Urandi.

Guanambi ganhou o Cesol Sertão Produtivo em 2013. A proposta do governo é oferecer aos empreendimentos econômicos solidários (EES) microcrédito, capacitação, orientação jurídica, administrativa, contábil e financeira, e espaço para divulgação e comercialização dos produtos. Além disso, o equipamento público proporciona, gratuitamente, serviços de assistência técnica, transferência de equipamentos e insumos produtivos, e apoio à incubação de empresas e projetos que se enquadram no universo da economia solidária. 

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